Como inserir imagem de um produto

Para inserir uma imagem ao seu produto no Pedidor, siga os seguintes passo:

01) Na edição de um produto, clique na ABA / Imagens

passo01

 

02) Clique na botão adicionar para localizar uma imagem em seu computador

passo02

03) Após escolher a foto, clique no botão SUBIR

passo03

04) Aguarde a imagem ser carregada. Após isso essa imagem estará vinculada a seu respectivo produto.

passo04

Dicas:

  • A primeira foto a ser escolhida será a foto principal
  • Você pode subir de 5 em 5 fotos
  • Não há limites de fotos
  • Prefira fotos de fundo branco
  • Prefira imagens JPG
  • Prefira imagens com 75DPI

 

Sugerimos também assistir esse pequeno vídeo:

Peça sem sair de casa – Compra digital – A tecnologia mudando as relações de consumo

De modo acelerado, comércio tem absorvido variadas inovações e visto seu antigo DNA se transformar

Já faz algum tempo que o lema “compre e peça sem sair de casa” começou a se popularizar no País. No início, como é natural, houve grande resistência por parte dos consumidores. Mas, aos poucos, os brasileiros foram tomando gosto pela comodidade dos cliques em substituição aos tradicionais carrinhos e sacolas. Cada vez mais consolidado, o comércio eletrônico nacional é, hoje, um setor multibilionário – com crescimentos acima dos apresentados pelo varejo convencional -, e já soma 43 milhões de adeptos. Ainda assim, o espaço para o e-commerce avançar é vasto, já que somente cerca de 10% dos varejistas usam a internet para vender seus produtos. Integração de todos os canais de relacionamento, incorporação de novas tecnologias e melhoria na logística são alguns dos mais relevantes desafios para que o compra digital modifique, ainda mais, as relações de consumo em um futuro breve.

“As inovadoras tecnologias estão criando uma estrutura mais moderna da sociedade, com impactos sobre a compra. O comércio é um processo cada vez mais interativo entre comprador e vendedor, promovendo uma mais rica e intensa experiência de consumo”, avalia Norberto Torres, sócio-diretor da Uniconsult Sistemas, empresa especializada em soluções tecnológicas para e-commerce.

Transformações rápidas

Este nível de interação, cuja intensificação temos acompanhado nos últimos anos, tende a se aprofundar. E, nesse universo, as transformações são mais rápidas do que os nossos olhos podem acompanhar. É só pensar que, há cerca de sete anos, redes sociais eram quase inexistentes no Brasil. Hoje, aqueles que não possuem um perfil no Facebook ou Twitter são considerados exceções, os eremitas do século XXI. Em um passado recente, fazer downloads requeria muita paciência dos internautas. Uma simples música levava horas para ser baixada. Nos tempos atuais, com uma boa banda larga, o download de um filme completo não demora mais que 60 minutos. Tudo isso evolui em um estalar de dedos.

No varejo digital, o processo de evolução frenética é o mesmo. No entanto, persistem grandes limitações, que, com o tempo, devem desaparecer. “Ainda não é possível (por meio do comércio eletrônico), por exemplo, experimentar uma roupa ou sentir o seu material. No entanto, tudo isso vai mudar logo que comecem a introduzir no varejo eletrônico tecnologias de imersão sensorial (que criará realidades virtuais com o uso de hologramas e tridimensionalidade de ambientes e objetos). Ainda se dá pouca importância a isto, mas elas serão de grande importância no futuro”, vislumbra Torres. Segundo ele, de início, as ideias muito inovadoras parecem utópicas ou mesmo sem sentido, como um mero sonho de filme hollywoodiano, mas depois tudo muda.

Limitações

Apesar de grandes metamorfoses tecnológicas pela frente, há ainda problemas ´arcaicos´ com os quais o comércio brasileiro precisa lidar. A automação (presença de computador e emissor fiscal), ainda que crescente, atinge apenas 39,7% dos estabelecimentos no País, segundo estudo da Bematech. De acordo com Felipe Morais, especialista em planejamento estratégico digital e diretor de Novas Mídias da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), a “falta de conhecimento sobre internet e o quanto essa ferramenta vai ser essencial para a sobrevivência dos negócios” influencia a falta de incursão de muitos comerciantes neste ramo.

PEGN – Empresas inovam com serviço de delivery para produtos femininos

Com a correria empresas inovam com a entrega de produtos diferenciados. A loja de roupas vai até os clientes, exclusivo para o publico feminino. A cliente fica 48 horas com as peças para experimentar. Muito útil para mulheres que não tem tempo para ir até a loja. As camisas são o forte do negócio, representam 80% do negócio. Hoje a empresa tem 300 clientes ativos no sistema de delivery. O sistema funciona por indicação, cliente indica cliente mediante cadastro detalhado. O faturamento da loja é em torno de 40mil reais por mês. A taxa de entrega não é cobrada.

Além de roupas, o sistema de delivery funciona também com acessórios, colares, pulseiras, anéis entre outros. Pulseiras são os itens mais pedidos. O clientes acham que facilita muito, pois não perde tempo indo para a loja e podem experimentar com as roupas do guarda-roupa.

Forma de entrega

A maioria das mercadorias (bens físicos) são entregues através de uma rede de transportes, como aviões, ferrovias, automóveis, caminhões, motos ou de bicicletas.

Determinados bens especializados podem ser entregues através de outras redes, tais como tubulações para produtos líquidos, redes de energia para energia elétrica e redes de computadores como a Internet ou transmissão de redes de informação eletrônica.

O processo geral de entrega de mercadorias é conhecido como distribuição. O estudo de processos eficazes para entrega e disposição de bens e pessoal é chamado de Logística .Empresas que se especializam no fornecimento de bens comerciais, do ponto de produção ou armazenamento para ponto de venda são geralmente conhecidos como distribuidores, enquanto aqueles que se especializam no fornecimento de produtos desde o ponto de venda ao consumidor são conhecidos como serviços de entrega.