Maquina de fazer Pizza

Você não leu errado, é isso mesmo! Já existe no mercado Maquinas que preparam pizza em qualquer local.

Isso é, talvez, a melhor invenção do mundo! Pra quem visitou a Europa depois de 2009, já deve ter visto nas ruas de lá: a Let’s Pizza, inventada pelo italiano Claudio Torghele, é exatamente o que você está imaginando: uma máquina de fazer pizza na rua. Tipo aquelas máquinas de Coca-Cola, sabe?

Criada pela A1 Concept, a Let’s Pizza prepara a massa, coloca o molho, o recheio (dá para escolher três tipos de pizza) e assa o alimento em pouco tempo. Ela funciona 24 horas por dia, já que não precisa de pizzaiolo – faz tudo automaticamente.

Por 5,95 dólares (R$ 12), os clientes podem escolher seu sabor preferido entre uma grande gama de ingredientes. Quando um componente acaba, a conexão do aparelho com a internet envia um sinal à equipe de manutenção, que faz a reposição rapidamente.

Máquina de fazer pizzas

 

A máquina já está há um tempo em alguns lugares na Europa e atingiu um relativo sucesso, e agora chega aos Estados Unidos – vai cobrar US$ 6 por uma pizza.

Site do Fabricante: www.letspizza.co.uk

Serviço de Delivery em Juiz de Fora – Pedir comida sem sair de casa ganham mais adeptos e movimentam o mercado em Minas Gerais

Os serviço delivery é uma solução para aqueles que não querem sair de casa. Os restaurantes e lanchonetes estão cada vez mais disponibilizando esse conforto ao cliente.

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No começo a pizza dominava os serviços de entrega a domicílio e rapidamente, o serviço chegou a outros ramos e as comidas prontas se firmaram como campeãs dos pedidos.

O estudante Guilherme Scoralick confessa e diz que não faz quase nada na cozinha. Ele fala que quando a fome aperta, geralmente recorre a um delivery e que pizza e hambúrguer são os pedidos mais comuns.

Com isso já há negócios focados somente no delivery, sem portas abertas para a rua.

Para se ter uma empresa nesse ramo nem sempre é preciso um alto investimento e nem muita coisa pra se abrir serviço de entregas a domicilio. A estrutura pode ser montada em casa, como no caso do empresário Charles de Oliveira que optou por abrir um serviço de entrega de comida japonesa há dois messes, usando o conhecimento adquirido após vários anos em restaurantes do tipo.

Charles fala que os gastos com o local foram mínimos já que usou o espaço de sua casa e a publicidade do estabelecimento também é pequena, pois boa parte da divulgação é feita pelas redes sociais.

O empreendimento do Charles ainda está começando, ao contrário da pizzaria da nutricionista Carolina Micarello, que já existe há dois anos, diz ter escolhido o estilo do negócio após uma pesquisa de mercado onde as pessoas mostram maior satisfação em poder consumir os produtos em suas casas.

As empresas conquistam os clientes com agilidade e rapidez. O Guilherme só ressalta um ponto que ainda precisa ser melhorado na cidade na visão dele as formas de pagamento, pois poucos deliverys aceitam cartão de credito nas entregas a domicílio.

Você sabia que a Rocinha, na Zona Sul do Rio, possui mais de 1.100 lojas?

A informação é de um censo realizado na favela pelo governo do estado do Rio de Janeiro. Entre os estabelecimentos estão diversos restaurantes, que atendem clientes em bairros nobres da Zona Sul, como Ipanema, Leblon e São Conrado.

Há um ano, o comerciante Antônio Assis montou um restaurante de comida japonesa, no local que já é conhecido como Baixo Rocinha. Os pedidos de entrega em domicílio aumentaram e atualmente ele atende diversos bairros.

O pessoal está dando preferência pra gente porque é mais barato e a qualidade é boa”, disse o empreendedor.

Pizzaria faz entrega em bairros nobres

Pizzaria na Rocinha

Pizzaria na Rocinha

 

Um outro exemplo de sucesso empresarial é uma pizzaria aberta há 10 anos, que atende bairros como Ipanema e São Conrado. De acordo com o dono, Sérgio Soares, cerca de 60 pizzas são vendidas por dia, sendo que 20% são pedidos de fora da favela.

O comerciante comemora: “A gente aos poucos vai conquistando os clientes lá, tem gente de poder aquisitivo considerável. As pessoas têm olhado para a Rocinha com mais seriedade e os serviço estão sendo mostrados com mais eficiência”.

Os preços das pizzas são mais em conta do que os valores cobrados em lojas fora da comunidade: varia de R$ 10 a R$ 25. Segundo Soares, em no máximo meia hora, um dos quatro motoqueiros faz a entrega da pizza em domicílio.

Quem visita à favela não ficará sem opções de boa comida e bom atendimento. Saia da mesmice.  Faça turismo na favela!

Fonte: G1

Mercado de alimentação é destaque entre os bons negócios para 2012

Brasileiro gasta até 30% da renda com alimentação fora de casa.
Curso ensina a fazer pizzas inovadoras, como couve e repolho.

Matéria muito interessante sobre o ramo de alimentação apresentada no programa Pequenas Empresas & Grandes Negócios – PEGN.

O brasileiro gastará, este ano, em média, até 30% de sua renda com alimentação fora de casa. Redes de franquia são as que mais investem nesse setor. E também existem cursos que preparam empreendedores para atuar nesse mercado.

Esta escola ensina a montar restaurantes. A aula de hoje é sobre pizza, um dos pratos mais populares do Brasil.

“Sempre gostei de pizza, queria abrir uma pizzaria, a gente fez o curso aqui buscando as novas técnicas…

Um pouco diferente do tradicional, conta o aluno Marcelo Aiello. O objetivo é entrar no negócio com o pé direito.

Existem tantas pizzarias por aí, que o empreendedor corre o sério risco de ser apenas mais um no mercado. A saída é fazer pizzas diferentes, inovadoras – por exemplo, com massa de chocolate, pizza de couve e pizza de repolho.

O chef e empresário Ronaldo Ayres montou um centro de treinamento em 2006. Duzentos e quarenta alunos se formam no local todo mês. O curso custa R$ 500 em uma semana de treinamento. Ayres dá as receitas, mostra as técnicas e a gestão do negócio.

O segredo de uma pizzaria é a chamada administração do lixo. É aqui que o lucro do negócio pode ir embora. A estratégia é aproveitar 100% de tudo. Por exemplo, o manjericão. Eu tiro todas as folhas dele, e vai me sobrar o talo, e aí eu faço a mistura dos talos, com sal e azeite, e me dá um molho pesto. E é muito comum também. Quando a gente pede pro colaborador tirar o olhinho do tomate, ele vai lá e tira uma tampa do tomate. Numa caixa de 30 kg eu perco 2 kg, corresponde a 10 % e isso vai pro lixo. Juntando todos esses processos, no final do ano, eu consigo comprar um carro popular pra mim”, conta Ayres.

O empresário garante: é preciso aprender a ganhar dinheiro com pizza. Farinha, fermento, sal, óleo e água. A base é conhecida como massa pobre, uma matéria prima muito barata.

E aqui está a receita mais lucrativa de uma pizzaria. Faça uma massa fininha, uma folha de papel. Coloque um pouquinho de parmesão em cima, asse, e você tem o crostini. Um pedacinho de massa faz uma cesta do produto. Ele custa para o dono da pizzaria R$ 0,30. É vendida na mesa por oito reais. Um lucro de mais de dois mil por cento.

No serviço de delivery de pizza, atenção: a entrega deve ser feita em no máximo 30 minutos. A estratégia é pré-assar as massas e só cobrir na hora do pedido. O forno esteira também ajuda. Custa R$ 23 mil – você coloca a pizza de um lado e ela sai pronta do outro, em dois minutos e meio.

“Elimina a dificuldade da mão de obra, tem um computador todo programado, sai a pizza com qualidade e na altura que você precisa“, conta o empresário.

Uma receita lucrativa do chef é a pizza de chocolate. A massa é de farinha de trigo e chocolate em pó, na proporção de cinco para um. Em cima, rodas de chocolate em pasta – preto e branco. Com um palito, o chef risca a cobertura em sentidos contrários. Para a arte final, morangos e licor de menta.

“É uma pizza que você come com os olhos, muito bonita, você vai passar nas mesas até chegar na própria mesa do cliente. Hoje, pode vender de R$ 28 até R$ 60“, conta ele.

No Brasil, os números do setor de fast food impressionam. No horário das refeições, 27 milhões de pessoas estão fora de casa. Todos os negócios de fast food faturam R$ 60 bilhões por ano no país e geram 1 milhão de empregos diretos e indiretos.

Franquias
Pedro Morganti é o franqueador da rede de uma rede de pizzarias. Tem três lojas próprias em São Paulo e dois franqueados. O negócio foi montado para atrair quem come de segunda a sexta fora de casa. No loca, se vende pizzas em pedaços e os clientes escolhem entre 19 sabores. A estratégia dele é que a pizza seja encarada como um almoço.

“Aqui o pessoal, em média, come 2 ou 3 pedaços e sai daqui almoçado, volta para o trabalho satisfeito normalmente“, conta Morganti.

Marcelo Alvarez, franqueado da rede, estruturou o processo. Para a loja oferecer rapidez, todos os dias pela manhã a pizza vendida é pré-assada e vai para a vitrine, encher os olhos do consumidor que tem pouco tempo.

“Quando ela está pré-assada fica muito mais bonita, com atrativo, fica com cara bem gostosa, mesmo”, diz Alvarez.

Assim que o cliente faz o pedido, o produto volta para o forno e termina de assar. Em dois minutos, está na mesa do cliente. “No meio do trabalho, deu uma fominha, você consegue ir, porque eles ficam abertos em horários mais longos”, diz a cliente Janaína Calonga.

Existe ainda outra condição para atrair esse cliente: o preço. Quem come fora todo dia faz as contas no fim do mês.

“Às vezes 1, 2 reais a mais, que um funcionário gaste para comer fora, todo dia, no fim do mês, fim do ano, se for analisar essa conta, e ele faz essa conta, faz diferença e às vezes que ele mude de local de alimentação”, diz o consultor Paulo Ancona.

Para montar uma franquia de pizza em pedaços, o investimento é de R$ 300 mil. Inclui taxa de franquia, reforma da loja, capital de giro e estoque. A previsão de faturamento é de R$ 70 mil por mês, com lucro de 15% a 20%.

“A velocidade da vida moderna, a dificuldade no trânsito nas grandes cidades, a oportunidade de novos como o sistema de franquia trás para se abrirem negócios de alimentação, que hoje é um atrativo muito grande. Existe uma demanda muito grande e esse ciclo vai se movimentando. É uma tendência com certeza e vai continuar”, diz o consultor Ancona.

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Caixas de Pizza

Pizzas são entregues em sua maioria em caixas de papelão, bolsas térmicas ou em outros recipientes de transporte isolados.

Caixas de pizza são frequentemente estampadas com o logotipo da empresa de pizza que foram encomendadas. No entanto, alguns restaurantes menores costumam usar caixas com uma imagem genérica.

Caixas de pizza não são aceitas pela maioria dos programas de reciclagem municipal , porque o papelão é frequentemente embebido em gordura, tornando-o impróprio para a reciclagem. As caixas são, portanto, normalmente jogadas no lixo doméstico.

Os Pedidos

Pedir algo para entrega geralmente envolve contatar um estabelecimento local ou cadeia por telefone ou online. Pedidos online ganharam popularidade nos países com o uso da Internet Banda Larga como o Estados Unidos e Canadá, onde redes de pizzarias oferecem menus online e entrega rápida.

Sistemas de pagamento via Internet tornam o pagamento mais fácil. Pedidos falsos são por vezes usados para atrair as vítimas de roubo ou seqüestro, evitando que entregadores sejam feridos ou mortos em roubos e sequestros. Também existem pedidos falsos que são simplesmente uma forma de assédio.

Pizzarias, muitas vezes, incluem uma garantia de tempo ou promessa de entrega dentro de um determinado período de tempo, algumas especificando que as entregas com atraso serão gratuitas.

A rede de pizzarias Pizza Domino´s  tinha uma campanha comercial na década de 1980 e início de 1990 que prometia “30 minutos ou é grátis”. Isso foi interrompido em 1993 devido ao número de ações judiciais resultantes de acidentes causados por entregadores apressados.

Agora, a maioria das pizzarias informa para o cliente um prazo aproximado para uma entrega, sem fazer quaisquer garantias quanto ao tempo de entrega real . No início de 2008, a rede Domino´s introduziu o slogan “You Got 30 Minutes” ou “Você tem 30 minutos”, que não é uma promessa ou garantia, mas uma meta a ser atingida.

A rede Pizza Domino´s ainda oferece “30 minutos ou é grátis” na Índia, mas a oferta é atualmente aplicável apenas aos pedidos através do telefone, não sendo aplicável a encomendas online.