Sistema de Delivery na Internet

Cada vez mais a internet nos proporciona uma grande variedade de formas de uso, disponibilizando programas, hoje chamados de aplicativos, jogos, discos virtuais e muitas outras ferramentas para quase qualquer tipo de uso. Alguns muito úteis outros duvidosos, alguns muito caros e outros 100% grátis. É um novo mundo a ser descoberto.

E o que é Pedidor?

O Pedidor é um Sistema de Delivery para qualquer tipo de estabelecimento ou empreendedor que faz entregas em domicílio e deseja alavancar seu negócio localmente. É bem simples: Se você recebe pedidos por telefone, entrega em domicílio e recebe no ato da entrega, provavelmente o Pedidor será um grande aliado em suas vendas.

Sem complicação você ganha um perfil e uma página para divulgar os produtos, exemplo: www.pedidor.com/nomedasuaempresa. Dai em diante basta configurar como o sistema deve funcionar.

O Pedidor foi projetado para os mais diversos seguimentos, segue uma pequena relação:

  • Farmácias
  • Pet Shops
  • Pizzarias
  • Restaurantes
  • Lanchonetes
  • Confeitarias
  • Casas de Sushi
  • Pequenos Mercados
  • Entrega de Água
  • Entrega de Gás
  • Revendedoras porta a porta
  • Floriculturas
  • Aluguel de brinquedos
  • Congelados
  • Locadoras e muito, muito mais

Se você é um empreendedor e deseja começar seu negócio com poucos recursos o Pedidor é o parceiro ideal, pois você não gasta absolutamente nada para montar sua loja, não paga hospedagem, não paga pela divulgação e não paga mensalidades. O único custo na utilização do Pedidor é uma pequena comissão que nunca passará de 5% e pode chegar a apenas 1% do valor de cada pedido. Ou seja, se você aceitar um pedido de R$ 10,00 pagando uma comissão de 1%, o Pedidor receberá 10 centavos e nada mais. O Pedidor funciona semelhante a um celular pré-pago, você adiciona créditos e acompanha os débitos toda vez que um pedido é aceito.

Visite nossa Pizzaria  de Exemplo: http://pedidor.com/pizzaria-exemplo e veja como o Pedidor pode lhe ajudar.

Taxa de entrega: Valor varia de R$ 2 a R$ 20 em Ribeirão Preto

Moto Entrega TerceirizadaO consumidor que opta pela comodidade de pedir pizzas, lanches e outros alimentos por telefone assume uma taxa média de R$ 7,87 para receber a encomenda em casa.

Segundo levantamento do economista da Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp), Fred Guimarães, dos mais de três mil restaurantes e bares da cidade, 443 estão instalados na zona Sul da cidade.

A reportagem pesquisou os preços do serviço “delivery” de oito estabelecimentos localizados na zona Sul, que oferecem os mais diferentes tipos de alimentos e produtos. O valor das entregas oscila de R$ 2 a R$ 20, dependendo do tipo de mercadoria oferecida e do endereço do cliente.

Para a publicitária Camila Vincci, 26 anos, que costuma pedir comida em domicílio, o preço das taxas não é o ideal. “Tem que se levar em conta que os entregadores correm riscos. Mas pagar quase R$ 8 é um pouco abusivo”, diz. “Acho que R$ 5 seria o certo, já que o preço do litro da gasolina é algo perto de R$ 2,70”.

Comissão

De acordo com Mike Catta, proprietário de um dos estabelecimentos consultados, o valor apurado pela taxa geralmente é usado como complemento salarial do entregador.

“Eles [entregadores] têm registro em carteira e a taxa funciona como uma comissão”, diz. “Muitas vezes, dependendo de como está o movimento no mês, ganham mais nas entregas do que no salário”, completa Catta.

Delivery de picolé – A empresa Diletto lança serviço inédito no setor

 

Começou a funcionar o Diletto Delivery, mais uma novidade da empresa para atender e se aproximar de seus clientes.

O Diletto Delivery foi criado a partir de pesquisas realizadas com seus consumidores que declararam que adorariam levar os picolés para casa ou escritório sem causar o derretimento do produto. Uma embalagem de isopor com 6 picolés e gelo seco, conserva o produto em temperatura ideal, garantindo a qualidade já conhecida da marca.

A princípio, o serviço atenderá somente a cidade de São Paulo de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h30. Outra novidade, é que além dos doze sabores presentes em todos os pontos de venda, estão disponíveis também o Framboesa (já fora de linha) e as edições especiais.

O pagamento pode ser efetuado com dinheiro, cartões débito e crédito Mastercard, Visa e Amex. A empresa disponibiliza também condições especiais para pedidos acima de 60 picolés.

Delivery: Serviço de entrega deve crescer 14,5% nos próximos anos

Os serviços de entrega praticados pelos estabelecimentos do segmento de alimentação estão em franca ascensão. A informação faz parte de uma pesquisa divulgada pela Rizzo Franchise nesta semana.

De acordo com o levantamento, os estabelecimentos comerciais que entraram para o setor de “Alimentação Delivery” já respondem, desde 2010, por um incremento de R$ 74 milhões no faturamento de 615 unidades.

“Mais de 260 estabelecimentos de alimentação entraram para o setor de entregas no período contribuindo para a geração de mais de três mil empregos diretos”, informa o estudo.

Expectativa

E, para o futuro, a expectativa é ainda melhor. Segundo a Rizzo Franchise, a previsão até dezembro é que o número de estabelecimentos que tenham serviços de entrega de alimentação chegue a 676. Já para os próximos anos, a estimativa é que o crescimento deste setor atinja 14,5%.

“A maior concentração das empresas franqueadoras do setor de alimentação delivery está na cidade de São Paulo (62%), mas devido à forte expansão dessas redes, muitas cidades do interior do País estão sendo contempladas com a instalação de varejos de alimentação exclusivamente delivery”, explica o proprietário da Rizzo Franchise e autor da pesquisa, Marcus Rizzo.

Delivery de manicure: Empresa “Manicube” nos Estados Unidos oferece o serviço no próprio local de trabalho dos clientes

Há mais de 60 opções de esmaltes para fazer “bonito” no trabalho

Uma das principais “desculpas” das mulheres pelas unhas descuidadas é a falta de tempo. Pensando no público feminino que passa mais tempo nos escritórios do que gostaria, a empresa americana Manicube apostou em um serviço de delivery de manicures em Nova York, nos Estados Unidos. Mas com um diferencial: em vez de ir até a casa da cliente, a profissional vai até o seu trabalho. E o melhor: as unhas ficam prontinhas em, no máximo, 15 minutos.

Colegas de trabalho fazem as unhas sem sair do trabalho (Foto: Reprodução/ Facebook) 

A empresa garante que as manicures têm alto nível técnico e são capazes de realizar um serviço de qualidade em um curto intervalo de tempo. Entre os esmaltes, há cores das marcas Chanel, Essie, OPI e Deborah Lippmann. Para que os 15 minutinhos passem mais rápido, a manicure leva iPads para que a cliente se distraia. Há também a opção de reservar uma salinha e combinar de fazer a unha com outras colegas do trabalho.

A empresa também já conquistou clientes homens (Foto: Reprodução/ Facebook) 

Para agendar uma manicure, a cliente deve se cadastrar online e conferir se já existe uma parceria entre o lugar onde trabalha e a Manicube. Tanto a reserva como o pagamento são feitos no site da empresa.

O preço do serviço? A partir de US$ 15, o equivalente a R$ 30. A empresa destina US$ 1 de cada sessão para instituições que ajudam mulheres em países em desenvolvimento. O serviço tem funcionado tão bem que a empresa já faz planos para expandir o atendimento para outras cidades americanas.

Uma ideia de sucesso

De porta em porta, empreendedor alcançou o sucesso por meio dos mini lanches delivery

Que ideias inovadoras não surgem da noite para o dia todos nós sabemos. Para um negócio dar certo, tem que se ter planejamento, estratégia e, sobretudo, qualidade no produto e/ou serviço que se está oferecendo ao mercado. Mesmo assim, para alcançar o sucesso no negócio, levam-se meses e, muitas vezes, anos de persistência. Mas é de algum lugar que se tem que começar, mesmo que para isso você tenha que largar tudo para trás e dar início a uma nova atividade em um segmento completamente diferente do que estava acostumado. Esse é o caso do empresário Luis Carlos Fernandes Alves, que largou uma carreira de 22 anos no mercado financeiro para se tornar diretor e proprietário da Ki Doguinho, no Rio de Janeiro.

Especializada em mini sanduíches, a empresa surgiu em 2005, no bairro do Botafogo, com o objetivo de atender o segmento de festas infantis. “A ideia a princípio era atender a necessidade dos pais de encontrar algo prático, leve e gostoso para realizar as festas de seus filhos. Hoje, atendemos diversos tipos de festas como: eventos, shows, casamentos, reuniões de amigos, entre outros“, conta Alves.

Luis Carlos Fernandes Alves, fundador da Ki DoguinhoDesde o início, nossa principal propaganda foi o boca a boca; além de aumentar a confiança dos clientes, também comprovou nossa qualidade e praticidade

Luis Carlos Fernandes Alves, fundador da Ki Doguinho

SUCESSO

Mas até conquistar o sucesso, o trabalho do diretor da Ki Doguinho começou com muito “bate perna” entre os prédios da zona sul e centro do Rio de Janeiro. De porta em porta, o empreendedor levava os mini lanches para degustação e depois deixava o seu telefone para encomendas. Alves, que é gaúcho, conta ainda que conheceu esse sistema em Santa Catarina e, quando começou a morar no Rio, não viu esse tipo de negócio no mercado e aproveitou o nicho.

Kidoguinho Delivery

A ideia de fazer mini lanches delivery deu tão certo que o faturamento da empresa hoje é 300% maior em relação à 2006; e de seis colaboradores quando a empresa abriu, após seis anos, já contam com 56. Além disso, a Ki Doguinho tem capacidade de produzir aproximadamente 15 mil salgados/hora. Para mensurar ainda esse rápido crescimento, no primeiro mês de funcionamento a empresa vendeu 1 mil mini sanduíches, no terceiro mês 16 mil e hoje já são feitos cerca de 20 mil salgados e doces por hora.

Alves acredita que esse reconhecimento do mercado foi alcançado por meio da dedicação e principalmente pela preservação da qualidade do seu produto. “Desde o início, nossa principal propaganda foi o boca-a-boca; além de aumentar a confiança dos clientes, também comprovou nossa qualidade e praticidade“, confia.

O público alvo da empresa são mulheres e homens, de 25 a 45 anos, com filhos ou não, e que gostam de festejar em casa, no trabalho ou na escola, de uma maneira prática e sem preocupações.

DIFERENCIAL

De acordo com Luis Carlos Fernandes Alves, além de oferecerem mini sanduíches de diversos sabores, tortas e docinhos, o grande diferencial da Ki Doguinho frente aos demais concorrentes está primeiro na massa, pois é uma receita da sua família, em segundo por ser um produto prático pelo seu tamanho e serem entregues quentinhos, prontos para o consumo. “Nossos produtos não são fritos nem gordurosos. Possuem qualidade, praticidade e chegam quentinhos. É barato e acessível. Tudo isso feito com funcionários qualificados e equipamentos de excelente qualidade“, completa.

Além disso, se o pedido do cliente chegar frio, a empresa entrega novos lanches. Possuem Kits de Lanches prontos para festas e eventos na escola, modernos equipamentos industriais, tecnologia e sistema de informação modernos, mão-de-obra especializada e contam ainda com auxiliares para servir nos eventos.

E depois de todo esse sucesso, o objetivo do diretor do Ki Doguinho não é parar por aí. O empreendedor pretende ainda esse ano abrir vendas na praia e a abertura da loja online. Sem contar que para os próximos anos o objetivo é abrir filias nas zonas oeste, norte e Baixada Fluminense do Rio de Janeiro, em Niterói e logo após a consolidação do mercado carioca, ir para São Paulo, Belo Horizonte e Brasília. “Tudo isto até 2014“, promete.

KI DOGUINHO EM NÚMEROS

  • A Ki Doguinho possui seis anos no mercado carioca
  • Para a abertura da empresa, foram investidos R$75.000,00
  • Atualmente, a empresa fatura 300% a mais em relação à 2006
  • Quando abriu, a Ki Doguinho contava com seis colaboradores, hoje conta com uma equipe de 56 pessoas

FILANTROPIA

Engajada em ajudar instituições filantrópicas, a Ki Doguinho conta com parceiros como o Pró Criança e a União das Operárias de Jesus, oferecendo lanches às crianças atendidas nos projetos, apoiando peças de teatro, entre várias outras ações.

 

Fonte: Revista Gestão e Negócios

Um mergulho no delivery das farmácias

Criada para atender uma necessidade do varejo farmacêutico, a entrega em domicílio vem deixando de ser um serviço a mais nos estabelecimentos e passou a ser uma exigência do mercado. “O consumidor de hoje estranha quando entra em uma farmácia que não oferece entrega em domicílio e serviços de compra pela internet ou por telefone que na verdade são uma extensão da loja física.“, observa Danieli Junco, diretora da Injoy Blend, uma consultoria de marketing, gestão de processos, eventos e capacitação da área de saúde.

Representatividade no NegócioSome-se a isso o fato que a venda remota de medicamentos vem aumentando ano a ano. Pelo terceiro ano consecutivo o estudo Web Shoppers realizado pela e-bit, empresa especializada em monitoramento do comércio eletrônico, aponta que os produtos de saúde, beleza e medicamentos estão entre os três primeiros colocados no ranking da categoria de itens mais vendidos pela internet.

Em 2010, a pesquisa registrou um empate yécnico de 12% nesse segmento, mesmo indice do segundo colocado – assinatura de jornais e revistas.

ATENDIMENTO INTEGRADO

Para Rubens Augusto, diretor comercial das Farmácias Vale Verde, a ideia de atendimento integrado já é realidade há algum tempo. O empresário conta que desde que abriu a primeira loja da rede, o delivery esteve presente. “No começo as margens de rentabilidade dos produtos eram maiores e a entrega era algo lucrativo para o negócio. Hoje, como os descontos no serviço de entrega de medicamentos são iguais ou superiores aos da loja física, é preciso ficar atento para não haver prejuíso“.

Augusto fala do assunto com a propriedade de quem administra 24 lojas – todas no norte do Paraná. O delivery da Vale Verde funciona como uma unidade de negócios independente. “Temos um call center sediado em Londrina com 12 atendentes que recebem os pedidos da cidade-sede e das vizinhas Cambé, Ibiporã e Rolândia. Nas lojas de Arapongas, Apucarana e Maringá, os atendimentos telefônicos são realizados nos próprios estabelecimentos“, explica o diretor. No segundo semestre, o empresário pretende unificar o recebimento das chamadas em uma única central e com o mesmo número de telefone.

A distribuição dos medicamentos da Vale Verde também tem uma estrutura distinta. “As unidades que hoje são atendidas pelo call center funcionam com pólos próprios de distribuição. Já as 15 lojas que ficam em Londrina possuem uam central única para separação e entrega dos pedidos“, diz Augusto.

FARMÁCIAS INDEPENDENES

O país, no entando, possui realidades diferentes quando o tema é venda remota de medicamentos. Danieli assegura que a grande maioria dos estabelecimentos trabalha sem um sistema ou estrutura específica, o que não é necessariamente um problema. “Com objetivos bem definidos, é possível obter bons resultados e manter-se competitivo no mercado, agregando serviço e fidelizando clientes“.

É o caso das Drogarias Michels de Santa Catarina. Com uma estrutura de 30 funcionários, seis farmacêuticos e três motoboys nas duas lojas instaladas no centro de Criciúma, o empresário Lino Michels possui um serviço de entrega respeitável: são cercas de três mil pedidos por telefone ao mês. O delivery da Michels conta com um 0800, um número fixo e mais duas linhas de celular para facilitar a chamada dos clientes que só possuem telefone móvel. O registro dos pedidos, bem como a separação e a entrega são feitos nas próprias lojas. “O delivery para nós é apenas uma prestação de serviço ao cliente. Nossa atenção está voltada para o atendimento que gera relacionamento com parcerias com empresas e eventos que mobilizam os clientes“. Além de Criciúma, o serviço de entrega da Michels atende outras seis cidades do sul do estado.

A atuação das Drogarias Michels é um bom exemplo de como o serviço de entrega pode dar certo em lojas independentes. “Nos estabelecimentos de porte menor que atendem uma região restrita, a ordem é organização“, dia a diretora das Injoy Blend. Para profissionalizar a estrutura, ela sugere a aquisição de uma linha telefônica própria e a adoção de um programa que mensure o serviço. “Conhecer o alcance dos serviços prestados dá subsídios para o empreendedor redefinir objetivos, ajustar preços, investir ou cortar custos“.

O bom atendimento é outro ponto considerável. “Como o consumidor que compra por via remota não vai à loja, a possibilidade de adquirir outros produtos diminui. Nessa hora, a qualificação do atendente pode ser decisiva, até mesmo para a fidelização do cliente“, explica a consultoria. Para evitar erro nos registros de pedidos por telefone, a presença do farmacêutico para assessorar o atendimento tem que ser levada em conta.

DELIVERY ESTRUTURADO

AntibióticosOutro modelo de delivery estruturado é a Farmácia Nova Gerty, que fica em São Caetano, no Grande ABC, região metropolitana de São Paulo. A farmácia, que está no mercado há 23 anos, possui uma única loja com uma configuração surpreendente. São 800m² organizados sob o conceito “loja dentro de loja“, com ambientes exclusivos para atendimento especializado em produtos para diabéicos, perfumaria, dermocosméticos, manipulação de fórmulas, materiais pós-cirúrgico, aparelhos e, é claro, medicamentos.

Norberto Eidy Kimura, gestor operacional da Nova Gerty conta que há dois anos ampliou os negócios com a instalação do e-commerce e do call center. Com esrtutura independente da loja física, a empresa criou um site para venda de dermocosméticos, perfumaria e produtos de eletro beleza e pós-cirúrgicos, e outro apenas para medicamentos. Utilizando o mesmo call center – com números telefônicos diferentes – e funcionários específicos para a venda remota, a Nova Gerty atende toda a região do ABC Paulista, Baixada Santista e o centro expandido da cidade de São Paulo. “Como somos relativamente novos nesse segmento, enfrentamos alguns problemas comuns a qualquer empresa que inicia uma empreitada desse porte, mas com o apoio de consultorias especializadas já conseguimos enxergar a luz no fim do túnel” relata Kimura.

Atualmente a Nova Gerty está trabalando na profissionalização dos 70 colaboradores que atuam na loja, na farmácia de manipulação, no departamento administrativo e no atendimento remoto.

PLANO DE NEGÓCIOS

Manter essa máquina em funcionamento exige invesimento, persistência e muito trabalho. “Antes de iniciar um projeto desse porte, é preciso um plano de negócios com metas bem claras e que leve em conta a área de atuação, tecnologias empregadas, necessidade de contratação de novos funionários, revisão da tabela de preços, forma de pagamentos e o incremento projetado para o negócio“, aponta Danieli, da Injoy Blend.

Entre as primeiras decisões práticas, a consultora recomenda que o empreendedor estabeleça a área de abrangência da entrega do delivery. “Como os investimentos são muitos altos, o ideal é que o empresário avalie questões como rota e prazo para definir uma política de entrega que realmente possa cumprir. Afinal é a imagem da empresa que está em jogo“, destaca a cosultora.

É claro que essa decisão vai depender do porte da empresa, mas o ideal é começar de maneira prudente“.

No que se refere à tecnologia, Danieli orienta que a escolha seja feita de acordo com o perfil escolhido para o negócio. “Existem soluções específicas para cada tipo de empreendimento“. Hoje o mercado disponibiliza sistemas que integram todas as áreas da farmácia, isso sem contar os programas próprios do call center, que gravam a conversa com o atendente, reconhecem e transferem as ligações – no caso de pólos de distribuição diferentes – , identificam o número de telefone e disponibilizam o cadastro do cliente na tela do computador do atendente.

NA PONTA DO LÁPIS

O cáculo para estimar o número de funcionários necessários para criar uma estrutura de atendimento remoto está diretamente ligado ao incremento que o empresário estima para o negócio. “O empreendedor tem que ter em mente seu faturamento. Nessa conta devem estar incluídas também as despesas com a ampliação da equipe“, comenta a consultora.

Como as margens de lucratividade do delivery são muito baixas, a diretora da Injoy Blend lembra que o estudo sobre os preços praticados deve ser minucioso para que o investimento não dê prejuíso. “Uma estratégia utilizada por algumas farmácias e que trabalha com a ideia de preço acessível é o pagamento facilitado no cartão de crédito, mas também essa opção precisa ser cuidadosamente pensada por causa das altas taxas cobradas pelas operadoras“.

A definição das formas de pagamento precisa ser considerada, já que além de negociar com as operadoras, a decisão exige sistemas específicos para pagamento online. Para Kimura da Nova Gerty, a redução da inadimplência com pagamentos à vista por meio de cartões de débito, crédito e depósito em conta corrente é uma das vantagens de se ampliar as opções de pagamento para os clientes.

TERCEIRIZAÇÃO

Moto Entrega TerceirizadaÉ consenso entre os empresários a terceirização das empresa que fazem entrega dos medicamentos para os clientes. “As despesas de contratação de funcionários são altas. Isso sem contar aquisição e manutenção de motos e o abastecimento“, diz Augusto da Vale Verde. “Trabalhamos com a frota e funcionários próprios por um período, mas logo precebemos que os custos altos acabam comprometendo o retorno financeiro“, concorda Michels, da drogaria catarinense que leva seu nome.

Para garantir agilidade às entregas, a Nova Gerty, optou por um formato misto: dos sete motoboys que trabalham na entrega, cinco são terceirizados e dois são funcionários da própria farmácia.

A especialista da Injoy Blend concorda com a terceirização do serviço de entrega, mas sinaliza: “As empresas copntratadas devem ser especializadas na entrega de medicamentos“.

COMUNICAR É PRECISO

Outra recomendação de Danieli se refere a divulgação do serviço: “A ideia do delivery de medicamentos é aumentar a venda e não apenas deslocar o atendimento da loja física para os pedidos via internet ou telefone. Para evitar essa migração espontânea, uma boa comunicação é fundamental“, diz.

A Farma Delivery, em Santo André, no ABC Paulista é prova de que investimento assertivo nessa área é garantia de sucesso. A farmácia hoje é a segunda no ranking do segmento em acessos. José Luiz de Oliveira Neto, diretor de marketing da farmácia, comenta que a maior parte do tráfego no site da empresa é proveniente de links no Google, site de buscas da internet. “Isso porque focamos nosso trabalho no cadastro dos itens que comercializamos e investimos em parcerias que contribuam para nos proporcionar maior relevância na internet e boa indexação no orgânico dos buscadores“.

A Nova Gerty tem uma atuação semelhante. “Estamos em links patrocinados no Google, sites de laboratórios parceiros e redes sociais e blogueiros. Além disso, divulgamos nosso delivery na revista Plena Magazine. São 5 mil exemplares distribuídos em clínicas, consultórios médicos, academias e salões de beleza“, revela Kimura. Os 60 mil exemplares dos tablóides entregues na cidade também apóiam a divulgação da Nova Gerty.

Com um investimento maior, a Vale Verde de Londrina, aproveita as inserções na televisão para divulgar o Entrega Fácil – nome do delivery da rede. “Nossa comunicação também é feita através dos nossos panfletos de preços“, conta Augusto.

Na Drogaria Michels a divulgação tem um reforço especial: os entregadores usam uniformes que lembram o mascote da farmácia. S Super Michels também está presente nos panfletos, anúncios e banners da farmácia. “Essa identificação, cria uma empatia com nossos clientes“, revela o proprietário das lojas catarinenses.

POLÍTICA DE ENTREGA

Cobrar ou não cobrar? Para tomar essa decisão, o empreendedor tem que ponderar uma série de variáveis, entre elas, o baixo retorno do serviço de entrega. O empresário paranaense da Vale Verde é da opinião de que o bom serviço tem que ser cobrado. “A possibilidade de não cobrar do cliente. ainda que uma taxa simbólica, fica cada vez mais distante em função da margem apertada do delivery“, diz Augusto.

Nesse sentido, existem vários níveis em que o empresário pode trabalhar. A isenção de taxa atrelada a um valor mínimo de consumo é a mais usuaol. Outra possibilidade é vincular a gratuidade a um prazo maior – tempo para traçar uma rota que inclua outras encomendas. Existem também os serviços de entrega com hora marcada a um custo adicional.

A Nova Gety não cobra taxas para regisão do Grande ABC e São Paulo, mas os pedidos de outras localidades são entregues pelos Correios, com o frete pago pelo cliente.

A maioria dos estabelecimentos trabalha com prazos que variam de uma a seis horas, podendo chegar a 24 horas, dependendo do horário em que o pedido foi realizado. A exceção entre os entrevistados é a Drogaria Michel que, com uma zona de abrangência mais concentrada, consegue realizar entregas entre 20 e 30 minutos.

Fonte: Revista CanalFarma

 

 

 

Você sabia que a Rocinha, na Zona Sul do Rio, possui mais de 1.100 lojas?

A informação é de um censo realizado na favela pelo governo do estado do Rio de Janeiro. Entre os estabelecimentos estão diversos restaurantes, que atendem clientes em bairros nobres da Zona Sul, como Ipanema, Leblon e São Conrado.

Há um ano, o comerciante Antônio Assis montou um restaurante de comida japonesa, no local que já é conhecido como Baixo Rocinha. Os pedidos de entrega em domicílio aumentaram e atualmente ele atende diversos bairros.

O pessoal está dando preferência pra gente porque é mais barato e a qualidade é boa”, disse o empreendedor.

Pizzaria faz entrega em bairros nobres

Pizzaria na Rocinha

Pizzaria na Rocinha

 

Um outro exemplo de sucesso empresarial é uma pizzaria aberta há 10 anos, que atende bairros como Ipanema e São Conrado. De acordo com o dono, Sérgio Soares, cerca de 60 pizzas são vendidas por dia, sendo que 20% são pedidos de fora da favela.

O comerciante comemora: “A gente aos poucos vai conquistando os clientes lá, tem gente de poder aquisitivo considerável. As pessoas têm olhado para a Rocinha com mais seriedade e os serviço estão sendo mostrados com mais eficiência”.

Os preços das pizzas são mais em conta do que os valores cobrados em lojas fora da comunidade: varia de R$ 10 a R$ 25. Segundo Soares, em no máximo meia hora, um dos quatro motoqueiros faz a entrega da pizza em domicílio.

Quem visita à favela não ficará sem opções de boa comida e bom atendimento. Saia da mesmice.  Faça turismo na favela!

Fonte: G1

Dieta delivery – Programa alimentar balanceado – Refeições gourmet na porta de casa

A nutricionista Maria Célia da Essencial Light: “O objetivo é ensinar as pessoas a comer.”

O esquema é melhor do que o da entrega de pizza. O consumidor liga ou entra no site da empresa preferida – há pelos menos cinco delas no mercado paulistano – e escolhe um programa alimentar balanceado e personalizado, algo muito além de um prato como em um delivery tradicional. A partir daí, passa a receber em casa todas as refeições do dia, com direito a entrada, prato principal e também sobremesa.

A comida chega em “quentinhas” individuais, acomodadas em sacola térmica. “É muito prático. A sacola permite que eu leve minha dieta para o trabalho ou para qualquer lugar”, diz a empresária Renata Scarpa, de 55 anos. “Eu adoro comer o dia todo. E acabava comprando qualquer coisa, como sanduíche e salgadinho, para matar a fome. Daí, eu engordava”, conta.

No site da Essencial Light, por exemplo, há cinco programas elaborados com objetivos diferentes. Como a empresária queria emagrecer, ela escolheu uma dieta que variava de 800 a 1.200 calorias por dia. “Perdi 6 quilos em dois meses, comendo seis vezes por dia”, diz Renata, que tem 1,77 metro de altura e pesa 64,5 kg.

A empresa oferece também programas para desintoxicação do organismo, eliminação de líquido, alimentação equilibrada – rica em proteínas, fibras e vitaminas – e mais energética.
A dieta fit, mais calórica, é feita para praticantes de atividades físicas intensas, para aqueles que precisam de energia, mas não querem engordar. “As refeições dão de 1.400 a 1.600 calorias por dia. A dieta passa a ter mais carboidrato composto (à base de farinha integral) nos dias em que o cliente se exercita”, diz a nutricionista Maria Cecília Corsi, de 53 anos, dona da empresa. “O atleta ganha energia, mas não barriga.” Cada sacola diária custa R$ 70.

A All Light é outra empresa delivery. Numa sacola descolada, toda florida, vão apenas quatro refeições. “Achamos que o café e o lanche da manhã são bem fáceis de serem preparados. Por isso, entregamos o almoço, o lanche da tarde, o jantar e a ceia”, diz a publicitáriaAna Claudia Saad Melo, de 33 anos, uma das sócias. O menu, mais magro, tem apenas 400 calorias, e a sacola com as refeições custa R$ 55 por dia.

“Tentamos tirar ingredientes calóricos, como gorduras, carboidratos e refinados. E adicionamos um tempero mais elaborado, para dar um toque de comida gourmet à dieta”, diz a outra sócia da All Light Caro Gall, de 37 anos, chef de cozinha.

Nas sacolinhas floridas da All Light chegam receitas criativas, como espaguete de pupunha com molho de tomate, quibe de quinua (cereal) com ervilha fresca e medalhão de carne com creme de mostarda light. “A ideia é fazer um prato que dê prazer”, diz Caro.

Todas as empresas procuram entregar pratos magros e nutritivos, que tenham, no mínimo, uma cara apetitosa, e não uma refeição com jeito de hospital.
O site da Dieta Bistrô já acena no nome sua intenção de oferecer uma refeição gourmet. E traz também um diferencial: tem opção de cardápio Kosher, elaborado de acordo com a tradição judaica.

Redução de estômago.Na Kit & Gourmet, há um programa especializado para quem faz cirurgia bariátrica – de redução de estômago. Trata-se de uma dieta líquida para sete dias. O pacote semanal custa R$ 390. A comida é congelada. “Os potes são despachados em sacos numerados de 1 a 7, que correspondem aos dias da semana”, explica a gerente Cristina Leite, de 56 anos.

Nesse nicho de congelados há ainda a Keep Light, que tem proposta e preços parecidos. Qual a vantagem de se optar pela dieta delivery? “É uma forma de cuidar da saúde e da forma física”, diz a nutricionista Maria Cecília. “Mas, antes de tudo, um jeito de aprender a comer direito.”

Fonte: Estadão

Delivery de frutas – Serviço de alimentação saudável para profissionais em escritórios

Na rotina de quem trabalha em escritório, conseguir se alimentar de forma saudável muitas vezes é uma dificuldade. Carlos Ribeiro, 30, e Leonardo Stecanella, 25, viram nessa carência uma oportunidade de negócio: a entrega de frutas nos locais de trabalho.

Três anos depois de criar o delivery Snack Frutas em São Paulo (SP), a empresa já consegue faturar R$ 80 mil por mês. No segundo semestre de 2011, o negócio cresceu 40%. A meta para o primeiro semestre de 2012 é expandir o faturamento em 60%.

Todos os dias pela manhã, a Snack Frutas leva várias cestas com frutas frescas e lavadas, prontas para o consumo, às empresas. “As cestas contêm bananas, maçãs, pêras e outras frutas da época. São fáceis de serem consumidas e o funcionário pode comê-las enquanto trabalha, sem perda de produtividade”, afirma Ribeiro.

Os pedidos podem ser feitos pelas empresas ou por grupos de funcionários, que firmam um contrato estabelecendo as datas, horários de entrega e quantidade de frutas nas cestas. Não é possível, no entanto, fazer pedidos avulsos. “O cliente nos informa o número de funcionários e nós montamos e sugerimos um cardápio personalizado”, diz.

Modelo de negócio foi adaptado da Europa

Ribeiro afirma que sempre desejou ter um negócio próprio. Ele e o sócio, que cursavam a faculdade de publicidade e propaganda juntos, foram pesquisar e perceberam que na Europa o consumo de frutas estava em crescimento.

Por lá, já existiam empresas que entregavam frutas diretamente nos escritórios e a dupla pensou em adaptar o modelo para o Brasil. “Durante nossa pesquisa, não encontramos ninguém que oferecesse este serviço por aqui. Fomos os pioneiros”, declara.

Planejamento é fundamental

Monte um bom plano de negócios. Estude sobre o segmento no qual deseja entrar e tenha paciência para alcançar os frutos do trabalho”, Carlos Ribeiro, sócio-diretor da Snack Frutas.

Segundo o empresário, já existe uma boa demanda para este serviço, mas ainda falta no mercado empresas especializadas. Em alguns casos, a própria Snack Frutas não consegue absorver os pedidos.

“Um cliente nosso com filial no Rio de Janeiro queria que entregássemos frutas também no escritório de lá. Tentamos um parceiro, mas não encontramos nenhum e a empresa continua órfã deste serviço.”

Empresa cresceu 40% no último semestre

A falta de concorrentes diretos, de acordo com Ribeiro, é um dos motivos que impulsionaram o crescimento do negócio. Já são dez funcionários contratados, na maioria entregadores, e uma frota própria de quatro veículos.

Mensalmente, são entregues, em média, 1.500 cestas de frutas para mais de 30 clientes no centro expandido da capital paulista, o que totaliza cerca de 5.000 frutas distribuídas.

De acordo com Ribeiro, até o final de 2012, a empresa deve atender também a região de Alphaville, em Barueri (SP). “Vamos adquirir mais dois carros para ampliar as entregas.”

Congestionamentos e sazonalidade são dificuldades

Segundo o empresário, o trânsito na capital paulista é um dos principais problemas enfrentados. As entregas são feitas por automóveis e não há a possibilidade de utilizar motoboys.

Outra dificuldade é o clima nas regiões onde as frutas são cultivadas. Se uma seca atingir uma área de cultivo de banana, por exemplo, a Snack Frutas não pode elevar o valor do serviço após a assinatura do contrato.

“Se por algum motivou houver uma elevação no preço das frutas, não posso repassá-lo ao cliente. Neste caso, tenho de arcar com o prejuízo”, afirma.

Mesmo diante de alguns obstáculos, o sócio-diretor diz que já adquiriu know how de mercado e pretende transformar a empresa em uma franquia. “O nosso negócio é frutas e temos de ser especialistas no assunto.”

Fonte: Uol