Taxa de entrega: Valor varia de R$ 2 a R$ 20 em Ribeirão Preto

Moto Entrega TerceirizadaO consumidor que opta pela comodidade de pedir pizzas, lanches e outros alimentos por telefone assume uma taxa média de R$ 7,87 para receber a encomenda em casa.

Segundo levantamento do economista da Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp), Fred Guimarães, dos mais de três mil restaurantes e bares da cidade, 443 estão instalados na zona Sul da cidade.

A reportagem pesquisou os preços do serviço “delivery” de oito estabelecimentos localizados na zona Sul, que oferecem os mais diferentes tipos de alimentos e produtos. O valor das entregas oscila de R$ 2 a R$ 20, dependendo do tipo de mercadoria oferecida e do endereço do cliente.

Para a publicitária Camila Vincci, 26 anos, que costuma pedir comida em domicílio, o preço das taxas não é o ideal. “Tem que se levar em conta que os entregadores correm riscos. Mas pagar quase R$ 8 é um pouco abusivo”, diz. “Acho que R$ 5 seria o certo, já que o preço do litro da gasolina é algo perto de R$ 2,70”.

Comissão

De acordo com Mike Catta, proprietário de um dos estabelecimentos consultados, o valor apurado pela taxa geralmente é usado como complemento salarial do entregador.

“Eles [entregadores] têm registro em carteira e a taxa funciona como uma comissão”, diz. “Muitas vezes, dependendo de como está o movimento no mês, ganham mais nas entregas do que no salário”, completa Catta.

Serviços profissionais em informática doméstica

Técnico de manutenção de computador em domicílioA ideia de chamar um Técnico de Informática Delivery parece até simples, mas será que dá para viver disso? O serviço em domicílio chega definitivamente ao mercado de luxo: tudo em nome da comodidade dos clientes vips. Tudo começou com as pizzas, depois vieram remédios, sanduíches, refeições variadas, livros, CDs… até chegar ao estágio atual de sofisticação do serviço de entrega em domicílio, também conhecido por delivery.

Acreditamos que sim. Pelo menos teoricamente, qualquer tipo de serviço pode ser prestado no domicílio do cliente. Obviamente não é um tipo de serviço barato, porque atendimento “vip” custa dinheiro, certo?

Acreditamos que haja aí um bom mercado à ser explorado, mas no nosso entendimento, aquele que vai prestar esse serviço precisa se preparar e não apenas tecnicamente, mas em outras áreas também como boa educação, boa saúde e apresentação, bom senso, se possível fluência em outras línguas, etc.

Isso talvez seja novidade aqui no Brasil, mas desde meados dos anos 90 os japoneses oferecem este e muito mais para seus clientes, desde visitas periódicas, até ajuda para configurar alguma coisa no computador entre muitas outras coisas.

O grande problema de todos técnicos em informática é que eles trabalhamos de forma autônoma e precisam divulgar seu serviço e adquirir confiança da clientela, afinal estão trabalhando muitas vezes com dados importantes.  Deixar de ser um simples técnico e se tornar um consultor. Deixar de ser um simples analista de sistema para virar um analista de negócios e da informação, parece ser um ótimo negócio.

Como diz o Prof. Márcio Brasil, “Onde há um computador, existe no mínimo um problema a ser resolvido.

Como iniciar um negócio de recarga de cartuchos

Recarga de cartuchos de impressora jato de tintaHá muitos nichos para se trabalhar com tecnologia e hoje as empresas de serviços de informática são indispensávei. Pensar diferente pode levar a uma excelente oportunidade onde os outros não estão olhando. Um nicho que pode proporcionar uma excelente oportunidade para se iniciar um negócio de recarga de tinta e toner.

Este tipo de negócio oferece aos clientes a capacidade de reabastecer seus cartuchos e toners por uma fração do custo que seria necessário para compra-los novos. A empresa também fornece suprimentos aos clientes, incluindo seringas, agulhas, velas, fitas de alumínio, limpadores de mãos, e de kits faça você mesmo para recarga de cartuchos de tinta vazios.

Recarga de Tinta e toner – Visão Geral dos Negócios

Muitos dos produtos mencionados anteriormente são fáceis de aprender a usar. Cartuchos de tinta exigem ferramentas ligeiramente diferentes. Devido a isso, alguns podem exigir o uso de agulhas curtas ou longas, enquanto outros cartuchos pode usar seringas de 10 ml e 20 ml. Às vezes, uma combinação de ambos é necessária. Plugues e fita de alumínio permitem que um cartucho seja preenchido e selado como novo. O aspirador de mão é um item obrigatório, além de produtos específicos para lavar as tintas.

O serviço de encher os cartuchos de tinta usados e prepará-los para o re-uso, tanto em casos individuais ou grandes quantidades, é um serviço que clientes residenciais e empresas locais sempre precisam. Se uma empresa de recarga de tinta e toner oferecerem o serviço a uma taxa fixa semanal ou mensal , há uma boa chance de que muitas empresas pagarão pela conveniência. Reciclagem de cartuchos antigos também podem fornecer uma outra oportunidade, já que os cartuchos podem ser preenchidos, mantidos em estoque, e vendido para outro cliente que ainda usa essa velha impressora.

Toner Refil Equipamentos e Suprimentos

Não é necessário comprar um monte de equipamentos caros para abrir um negócio de recarga de tinta e toner. Para além das coisas óbvias que todas as empresas de varejo precisam, como uma caixa registadora e ponto comercial, para esse tipo específico de negócio das agulhas, seringas, fitas, velas, limpeza de mão, kits, e os cartuchos são o que mais as pessoas precisam. Se houver retirada e entrega grátis, será necessário um veículo.

Aprenda a consumir água mineral de qualidade e sem problemas para a saúde

Cuidados na hora da aquisição do botijão e com a limpeza do suporte devem ser levados em consideração para evitar doenças

Entrega de água em casaMuitas pessoas compram água mineral para beber porque acreditam que é um produto mais confiável. Porém, para que ela não ofereça nenhum risco à saúde, é preciso ter alguns cuidados no momento da compra e antes de usar o garrafão.

De acordo com o gerente de Vigilância Sanitária do Estado de Pernambuco, Jaime Brito, é preciso seguir algumas dicas para garantir que a água mineral traga saúde e não doenças. Ele diz que os primeiros cuidados devem ser tomados no momento da compra do garrafão.

Tem que verificar se a água tem o selo criado pelo Governo do Estado de Pernambuco, que garante que a empresa está regularizada junto à Vigilância Sanitária e que ela atende a boas práticas. O segundo é se há o rótulo indicando o nome da empresa, a data de validade e a data de fabricação. Terceiro: se o lacre não foi rompido, se não tem sinais de violação”, explica Jaime Brito.

Ao chegar em casa, os cuidados devem continuar, principalmente no momento de colocar o botijão de água mineral no suporte.

Primeiro as pessoas têm que lavar as mãos e depois limpar e fazer uma desinfecção no botijão. Deve pegar o álcool a 70%, que é o ideal, e passar uma bucha no contorno que vai ficar em contato com o suporte. O sabão ou o detergente faz uma limpeza, mas não mata as bactérias. Em seguida, tem que romper totalmente o lacre, retirar a tampa e colocar no suporte”, ensina o gerente.

A limpeza regular do suporte em que o botijão de água mineral também não pode ser esquecida.

Água mineral em casaO suporte não é imune à contaminação. Ele pode contaminar a água que você vai beber. Então, se recomenda que, pelo menos, uma vez por mês se faça a desinfecção desse suporte. Pega um vasilhame com um ou dois litros de água e coloca uma colher de água sanitária dentro. Antes de colocar o botijão, bota essa água dentro e espera 30 minutos para o cloro da água sanitária fazer todo o efeito. Abre as torneiras, espera que ela escoe para o cloro também entrar em contato com a torneira. Depois, fecha e tira toda a água e faz uma nova lavagem para tirar o gosto da água sanitária”, afirma Jaime Brito.

Essas dicas de limpeza também servem para o suporte de barro. Para solucionar qualquer dúvida ou fazer uma reclamação, as pessoas podem ligar para o telefone da Secretaria Estadual de Saúde: 0800-286-2828.

Fonte: pe360graus

Mercado de delivery cresce com a mudança de hábitos alimentares dos brasileiros

A internet tem se tornado um meio importante para pedidos

Movimentando anualmente mais de R$ 180 bilhões e empregando 6 milhões de pessoas, o mercado de food service tem crescido no Brasil. O motivo? A mudança dos hábitos alimentares da população. Com a vida cada vez mais corrida, as pessoas têm se dedicado menos tempo a refeições em casa e até mesmo em restaurantes, preferido o delivery.

De acordo com pesquisa realizada pela empresa de consultoria e varejo GS&MD, 59% dos brasileiros pedem comida em casa e a pizza é a preferida, seguida por comida chinesa, lanches diversos e comida brasileira. Ainda segundo o levantamento, cerca de 75% compram bebida para acompanhar a refeição.

A internet é a opção mais barata, rápida e simples para fazer pedidos. As pessoas passam o dia fora, no trabalho, e quando chegam em casa optam pela maneira mais eficaz de pedir comida, o delivery online“, informa o empresário, Marcelo Lima.

Mercado de alimentação é destaque entre os bons negócios para 2012

Brasileiro gasta até 30% da renda com alimentação fora de casa.
Curso ensina a fazer pizzas inovadoras, como couve e repolho.

Matéria muito interessante sobre o ramo de alimentação apresentada no programa Pequenas Empresas & Grandes Negócios – PEGN.

O brasileiro gastará, este ano, em média, até 30% de sua renda com alimentação fora de casa. Redes de franquia são as que mais investem nesse setor. E também existem cursos que preparam empreendedores para atuar nesse mercado.

Esta escola ensina a montar restaurantes. A aula de hoje é sobre pizza, um dos pratos mais populares do Brasil.

“Sempre gostei de pizza, queria abrir uma pizzaria, a gente fez o curso aqui buscando as novas técnicas…

Um pouco diferente do tradicional, conta o aluno Marcelo Aiello. O objetivo é entrar no negócio com o pé direito.

Existem tantas pizzarias por aí, que o empreendedor corre o sério risco de ser apenas mais um no mercado. A saída é fazer pizzas diferentes, inovadoras – por exemplo, com massa de chocolate, pizza de couve e pizza de repolho.

O chef e empresário Ronaldo Ayres montou um centro de treinamento em 2006. Duzentos e quarenta alunos se formam no local todo mês. O curso custa R$ 500 em uma semana de treinamento. Ayres dá as receitas, mostra as técnicas e a gestão do negócio.

O segredo de uma pizzaria é a chamada administração do lixo. É aqui que o lucro do negócio pode ir embora. A estratégia é aproveitar 100% de tudo. Por exemplo, o manjericão. Eu tiro todas as folhas dele, e vai me sobrar o talo, e aí eu faço a mistura dos talos, com sal e azeite, e me dá um molho pesto. E é muito comum também. Quando a gente pede pro colaborador tirar o olhinho do tomate, ele vai lá e tira uma tampa do tomate. Numa caixa de 30 kg eu perco 2 kg, corresponde a 10 % e isso vai pro lixo. Juntando todos esses processos, no final do ano, eu consigo comprar um carro popular pra mim”, conta Ayres.

O empresário garante: é preciso aprender a ganhar dinheiro com pizza. Farinha, fermento, sal, óleo e água. A base é conhecida como massa pobre, uma matéria prima muito barata.

E aqui está a receita mais lucrativa de uma pizzaria. Faça uma massa fininha, uma folha de papel. Coloque um pouquinho de parmesão em cima, asse, e você tem o crostini. Um pedacinho de massa faz uma cesta do produto. Ele custa para o dono da pizzaria R$ 0,30. É vendida na mesa por oito reais. Um lucro de mais de dois mil por cento.

No serviço de delivery de pizza, atenção: a entrega deve ser feita em no máximo 30 minutos. A estratégia é pré-assar as massas e só cobrir na hora do pedido. O forno esteira também ajuda. Custa R$ 23 mil – você coloca a pizza de um lado e ela sai pronta do outro, em dois minutos e meio.

“Elimina a dificuldade da mão de obra, tem um computador todo programado, sai a pizza com qualidade e na altura que você precisa“, conta o empresário.

Uma receita lucrativa do chef é a pizza de chocolate. A massa é de farinha de trigo e chocolate em pó, na proporção de cinco para um. Em cima, rodas de chocolate em pasta – preto e branco. Com um palito, o chef risca a cobertura em sentidos contrários. Para a arte final, morangos e licor de menta.

“É uma pizza que você come com os olhos, muito bonita, você vai passar nas mesas até chegar na própria mesa do cliente. Hoje, pode vender de R$ 28 até R$ 60“, conta ele.

No Brasil, os números do setor de fast food impressionam. No horário das refeições, 27 milhões de pessoas estão fora de casa. Todos os negócios de fast food faturam R$ 60 bilhões por ano no país e geram 1 milhão de empregos diretos e indiretos.

Franquias
Pedro Morganti é o franqueador da rede de uma rede de pizzarias. Tem três lojas próprias em São Paulo e dois franqueados. O negócio foi montado para atrair quem come de segunda a sexta fora de casa. No loca, se vende pizzas em pedaços e os clientes escolhem entre 19 sabores. A estratégia dele é que a pizza seja encarada como um almoço.

“Aqui o pessoal, em média, come 2 ou 3 pedaços e sai daqui almoçado, volta para o trabalho satisfeito normalmente“, conta Morganti.

Marcelo Alvarez, franqueado da rede, estruturou o processo. Para a loja oferecer rapidez, todos os dias pela manhã a pizza vendida é pré-assada e vai para a vitrine, encher os olhos do consumidor que tem pouco tempo.

“Quando ela está pré-assada fica muito mais bonita, com atrativo, fica com cara bem gostosa, mesmo”, diz Alvarez.

Assim que o cliente faz o pedido, o produto volta para o forno e termina de assar. Em dois minutos, está na mesa do cliente. “No meio do trabalho, deu uma fominha, você consegue ir, porque eles ficam abertos em horários mais longos”, diz a cliente Janaína Calonga.

Existe ainda outra condição para atrair esse cliente: o preço. Quem come fora todo dia faz as contas no fim do mês.

“Às vezes 1, 2 reais a mais, que um funcionário gaste para comer fora, todo dia, no fim do mês, fim do ano, se for analisar essa conta, e ele faz essa conta, faz diferença e às vezes que ele mude de local de alimentação”, diz o consultor Paulo Ancona.

Para montar uma franquia de pizza em pedaços, o investimento é de R$ 300 mil. Inclui taxa de franquia, reforma da loja, capital de giro e estoque. A previsão de faturamento é de R$ 70 mil por mês, com lucro de 15% a 20%.

“A velocidade da vida moderna, a dificuldade no trânsito nas grandes cidades, a oportunidade de novos como o sistema de franquia trás para se abrirem negócios de alimentação, que hoje é um atrativo muito grande. Existe uma demanda muito grande e esse ciclo vai se movimentando. É uma tendência com certeza e vai continuar”, diz o consultor Ancona.

Veja o vídeo aqui